Aos 7 anos ela se lembrou de sua vida anterior com seu pai que se tornou um dos mais famosos escritores do mundo!

 


Anissa começou a demonstrar comportamentos e memórias incomuns ainda na infância, inicialmente mencionando a presença de um cachorro da família que havia morrido antes de ela nascer. Com o tempo, ela passou a relatar visitas constantes em seus "sonhos" de alguém que chamava de seu "pai do passado", descrevendo encontros em campos de margaridas e sob árvores cintilantes. Nessas experiências, ela detalhava uma conexão profunda, onde ambos escreviam poemas, cantavam e passavam o tempo juntos como pai e filha.

A jovem descrevia seu pai de outra vida com características muito específicas, como o uso de ternos elegantes e um penteado lateral bem característico, algo que sua mãe, Kim, acreditava ser detalhado demais para uma criança inventar. Anissa sentia-se imersa em um ambiente de muito amor durante essas memórias, sentindo que aquele homem era sua verdadeira figura paterna de outrora. Além disso, ela manifestava um desejo inexplicável de visitar Nova York e possuía uma forte inclinação para a escrita de poesias e músicas.

O momento de maior impacto ocorreu quando a família visitou Saint Paul para um jogo de hóquei e correu em direção a uma estátua. Ao abraçá-la, afirmou com convicção que aquele era o homem de seus sonhos. Somente após lerem a placa da estátua é que os pais descobriram tratar-se de F. Scott Fitzgerald. Mais tarde, pesquisas revelaram que a filha real do escritor se chamava Scotty, tinha talentos artísticos semelhantes aos de Anissa e viveu em Nova York, o que reforçou as crenças da família.

Para encerrar esse ciclo, a família retornou à estátua de Fitzgerald para que Anissa pudesse se despedir formalmente. Sua mãe lhe entregou uma cópia de uma famosa carta que o escritor escreveu para sua filha real, contendo o conselho de não se preocupar com o passado ou o futuro, mas focar no presente. Ao ler a mensagem, Anissa sentiu que recebeu o fechamento necessário para deixar para trás sua identidade anterior e seguir em frente plenamente como a jovem que é hoje.

📗 Fonte: Documentário "The Ghost Inside My Child"

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Ex-Comediante Revela suas Experiências em Outras Dimensões!

Menino de 7 anos revive o trauma de sua vida passada, ao morrer em um naufrágio

 

O caso centra-se em Sheamus, um menino de 7 anos que, inesperadamente, começou a narrar aos pais os acontecimentos de uma vida passada na qual teria morrido num naufrágio. Apesar da descrença inicial, a mãe e o pai notaram a seriedade e a riqueza dos detalhes nos relatos do filho, o que os levou a considerar a possibilidade de reencarnação. Sheamus descreveu que, na vida anterior, era um menino de 10 anos, com uma irmã de 14, e recordava-se de vestir um casaco verde. Ele detalhou que o navio era vermelho e preto e que afundou após ser atingido na parte de trás, o que provocou uma grande inclinação para o lado de estibordo, indo "direto para a água".

O relato mais intenso da vivência de Sheamus concentrou-se no momento do naufrágio e na tentativa desesperada de sobrevivência. O menino recordou o pânico e as pessoas a nadar e a agarrar-se a pedaços do navio. Ele descreveu que conseguiu alcançar um bote salva-vidas, que era feito de madeira e pintado de branco. Naquele bote gelado, ele recordava-se de estar a usar dois casacos: o seu casaco verde e um segundo casaco preto que o seu pai lhe tinha dado, numa imagem comovente de proteção paterna num momento de catástrofe.

Essa memória traumática da morte passada afetou profundamente o bem-estar psicológico de Sheamus na vida atual. O menino expressou aos pais o medo excruciante de que a forma como havia morrido no passado se repetisse na sua vida presente. Tal ansiedade manifestava-se em dificuldades para dormir durante a noite, obrigando-o a dormir num sofá separado no quarto dos pais. A angústia do naufrágio era um peso constante no seu "pobre coração e mente", e as tentativas iniciais de conforto por parte dos pais mostraram-se insuficientes.

Com o objetivo de aliviar o sofrimento do filho e dar-lhe "encerramento", os pais decidiram usar as memórias de Sheamus para tentar identificar o navio. Após descartarem o Titanic e outros navios, e com base nas descrições de um navio com quatro chaminés, formato familiar e botes de madeira branca que foi atingido por um torpedo, eles concentraram-se no RMS Lusitania, afundado em 1915. Acreditavam que encontrar a verdade sobre sua experiência passada ajudaria Sheamus a libertar-se do medo e a concentrar-se na vida que estava a viver.

Para formalizar o encerramento deste capítulo traumático, a família realizou uma pequena cerimónia no mar. A bordo de um barco de pesca, Sheamus e os pais lançaram uma coroa de flores em homenagem a todos os que perderam a vida no mar, incluindo a vida anterior do menino. O momento foi de forte emoção para Sheamus, que se despediu da sua vida passada. No final do ritual, o menino expressou o alívio de saber que, por causa daquela cerimónia, já não morreria num barco, como aconteceu na vida anterior, permitindo-lhe seguir em frente com mais segurança.


📗 Fonte: Documentário "The Ghost Inside My Child" (Sony Pictures)

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EQM - Eles voltaram da M0RTE para contar - Alexandre Pereira

O marido falecido a tirava do corpo toda noite e...

Menina teve hipotermia e fora do corpo vai a Lua

 

A Experiência de Quase Morte (EQM) de Gally Krump, que ocorreu na infância devido à hipotermia em sua fazenda em Wisconsin. Em uma noite de nevasca intensa, a criança se sacrificou para recolher os animais. Ela começou a sentir-se quente e sonolenta, manifestando sintomas como fala arrastada e perda de controle motor, mas foi apenas aconselhada a entrar e descansar. Ao deitar-se, seu corpo cedeu, desencadeando a experiência.
Gally descreve ter "acordado" ou, mais precisamente, ter se elevado para fora de sua cabeça, sentindo-se sem corpo e com uma clareza incrível, onde as cores eram super nítidas. Sentindo-se bem, pensou em ver o que sua mãe cozinhava e imediatamente "disparou" para o andar de baixo. Na cozinha, observou a mãe e percebeu um brilho alaranjado suave ao redor dela, captando suas intenções. Ao se aborrecer, o mero pensamento de voltar ao seu quarto a levou instantaneamente de volta ao andar de cima, onde viu seu corpo inerte, deitado na cama, em paz.
De volta ao quarto, ela foi atraída pela luz da lua cheia que entrava pela janela, refletindo na neve em tons "espectro total" (cores vívidas). Ao desejar ver a neve de perto, atravessou a parede instantaneamente. Em seguida, a curiosidade a fez pensar: "Como seria viver na Lua?". Este pensamento foi o gatilho para ser sugada através de um vórtice escuro, cinza e preto, emergindo no que ela acreditava ser a superfície lunar, colorida e vibrante.
Neste novo ambiente, ela encontrou três seres gigantescos, descritos como arranha-céus feitos de energia luminosa, em tons azul-claro ou esbranquiçados, que irradiavam uma quantidade imensa de amor, paz e paciência. Eles realizaram uma revisão de memórias traumáticas e conversaram sobre o carma, ensinando-lhe que cada escolha e intenção gera consequências.
Foi-lhe dada a opção de permanecer ou retornar à vida na Terra. Os seres a alertaram sobre os desafios futuros, mas concordaram em permitir que ela se lembrasse da experiência no momento certo.
📗 Fonte: "What Have You Learned?: Demystifying My Childhood Near Death Experience" (Galadriel Krump)
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