18 sinais de um casal que não é dupla evolutiva

20:53:00 Administrador 1 Comments


Numa relação que não é a sua ninguém deve “meter a colher”, como diz o ditado. Portanto, esse texto não pretende dizer o que você deve ou não fazer em matéria de relacionamento e nem tão pouco julgar as atitudes alheias. Leia usando de criticidade e bom senso para averiguar o que pode ser melhorado em sua relação se for sua vontade.

Outro ponto fundamental é não tomar nenhuma atitude impulsiva caso esse texto mexa com você. Certas crises podem ser benéficas e o objetivo aqui não é que você termine sua relação e muito menos que use esse conteúdo como justificativa para rompimentos. Entenda que duplas evolutivas não “brotam” automaticamente e toda relação é construída aos poucos e com dedicação. Veja o que pode melhorar antes de tomar atitudes mais radicais.

Mas qual a definição de dupla evolutiva? “É a reunião de 2 consciências, notadamente intrafísicas, afins, maduras e lúcidas, que interagem positivamente objetivando a potencialização planificada de suas performances evolutivas, através do convívio produtivo, integral, multímodo e constante.

A Dupla Evolutiva é uma possibilidade real e viável nos relacionamentos conjugais e não mera utopia como alguns pensam.


Eis 18 atitudes do que não é dupla evolutiva:


01. Dividem o mesmo cigarro.

O hábito de fumar é apenas mais uma atitude autodestrutiva que é extrafisicamente caracterizada como suicídio lento. Dessa forma, um casal que divide o mesmo cigarro e compartilha a mesma carteira de fumo está distante de uma dupla evolutiva. Além do cigarro há certos hábitos patológicos que prejudicam o casal de diversas formas levando ambos a problemas de diversas ordens, especialmente quanto ao corpo, com o passar do tempo como, por exemplo, o uso de drogas. Uma dupla evolutiva está mais para dividir livros.

02. Priorizam apenas o dinheiro.

Dinheiro é fundamental na vida humana e a intenção aqui não é dizer o contrário. Entretanto, um relacionamento conjugal que prioriza apenas o dinheiro e os bens materiais não possui nenhum diferencial evolutivo perante a multidimensionalidade. Na maior parte dos casos essas personalidades também procuram status social bem como uma exaltação da própria vaidade. Assim sendo, um casal que é “viciado na matéria” não denota inteligência evolutiva nem tampouco holomaturidade. Você só dá valor naquilo que a sociedade dá valor?

03. Vida sexual inexistente.

O sexo é uma necessidade corporal, ou seja, da própria biologia. Nenhuma dupla precisa ser espécie de atleta sexual, mas devem estar satisfeitos sexualmente visando atender as vontades físicas e possíveis fissuras decorrentes de carências nessa área. Portanto, cada casal tem seu ritmo e apetite que deve ser atendido sem pressões ou desconfortos. Os problemas ocorrem quando o sexo não acontece e os pensamentos de natureza sexual invadem a rotina diária. A carência sexual é redutora da lucidez.

04. Existe algum nível de vampirismo.

Uma dupla evolutiva é uma relação que promove um somatório e ambos se acrescentam. Entretanto, quando um dos parceiros é uma espécie de vampiro essa condição não é mais possível. Mais não entenda esse vampirismo apenas do ponto de vista energético, pois pode ser um parasita também quanto ao dinheiro, ao lado emocional, nos aspecto social e assim por diante. Em alguns casos, dependendo de uma série de fatores, obviamente, pode impedir o outro de contatos com amigos e familiares num exclusivismo patológico. Há vampiros existenciais.

05. Ignoram a assistencialidade.

A questão básica de uma dupla evolutiva é a união que favorece muitas pessoas por meio da assistencialidade. Quando um casal ou uma família ignora totalmente o processo assistencial e só se importam com eles mesmos ou com poucas pessoas do círculo social evidencia que ainda não se trata dessa condição amadurecida. O “egocentrismo a dois” acaba interrompendo a interação com seres extrafísicos evoluídos que desejam o bem para o planeta como um todo. Quem ignora a megafraternidade está fora do fluxo universal.

06. Fazem swing.

Uma dupla evolutiva prima pela intimidade sem intrusões intra ou extrafísicas. O acréscimo de uma ou mais pessoas nas atividades sexuais do casal tende a causar inúmeros transtornos com o passar do tempo. Extrafisicamente falando, o casal fica sujeito as mais diversas formas de relações promíscuas e assédios sexuais de inúmeras naturezas. Assim sendo, a exclusividade sexual é postura menos problemática e que não abre brechas para contextos capazes de destruir o relacionamento conjugal. Existe casal de swingers com bodas de ouro?

07. Ignoram o parapsiquismo.

O parapsiquismo é um tema relevante que não deve ser ignorado. É claro que a dupla evolutiva não precisa ser o suprassumo do parapsiquismo e muito menos dominar diversos fenômenos. No entanto, ter certa atenção aos processos multidimensionais permite uma vida mais centrada e com menos eventos assediadores fora outras questões. Nesse processo o domínio das energias também pode ser colocado como peça essencial em múltiplos aspectos. A multidimensionalidade continua sendo mundialmente ignorada.

08. Têm amantes.

A presença de amantes numa relação só evidencia parte do fracasso conjugal. Toda intrusão indevida só piora todos os aspectos de um relacionamento que deve possuir, no mínimo, respeito, dignidade e confiança mútua. Essa conduta de traição está na raiz de muitos rompimentos futuros onde uma das partes não tem coragem suficiente de causar rompimentos quando possui interesses em outras pessoas e aventuras. Enganar o companheiro é sinal de autotraição.

09. Competem entre si.

A essência da dupla evolutiva é que ambos se ajudem de modo que sua afetividade resulte em ações em favor dos outros. Quando o casal compete entre si ambos acabam perdendo. Questões salariais, físicas, prestígios sociais, sexuais, entre outros podem transformar o afeto em mera rivalidade sem razão. Enquanto o casal disputa entre si acaba esquecendo-se da assistência real e ignoram totalmente as próprias programações existenciais. O relacionamento saudável é aquele que ambos se ajudam de maneira recíproca a todo o momento.

10. Preferem festas ao invés de conhecimento.

Eventos sociais são bons e importantes para uma vida equilibrada. No entanto, a problemática é quando há somente o interesse por atividades de lazer e o total declínio do investimento em conhecimentos importantes que fariam diferença. Quando se prioriza o hedonismo é sabido que tudo relevante perante a evolução acaba sendo esquecido ou desmerecido. Todo casal merece ter seus momentos sociais desde que isso não inviabilize questões mais sérias. A sociabilidade não deve atravancar a evolutividade.

11. Não sabem fazer concessões.

Em todo relacionamento de sucesso o ideal é pedir e também fazer concessões quanto ao que não agrada em sua companhia. Esse ato não deve ser apenas de mera benevolência, mas uma conduta que ameniza problemas e dificuldades futuras. Quem apenas exige do outro e não abre mão de nada ainda não percebeu que provavelmente está num relacionamento unilateral e, portanto, disfuncional. Um casal onde nenhum faz qualquer tipo de concessão tende ao fracasso rápido. Você sabe ceder em benefício do outro?

12. Falta de diálogo e desinibição.

A intimidade requer o rompimento de certas barreiras e inibições. Dessa forma, todo relacionamento pautado em falta de entrosamento num sentimento que está lidando com alguém “estranho” tende a ruína ou infelicidade. A própria conversa é um agente que pode favorecer a interação completa sem medos ou receios de se expor de modo realista. Há pessoas que temem se mostrar como realmente são e com isso perderem ou estragarem a relação. A desinibição traça o limite entre o impessoal e o íntimo.

13. Inexiste 51% de afinidade.

Casais bem sucedidos não possuem 100% de afinidade. Um casal para ter sucesso conjugal precisa ter pelo menos 51% de afinidade dentro do binômio admiração-discordância, segundo a Conscienciologia. Quando metas, objetivos, aspirações e tudo mais não combinam fica difícil a convivência por muitos anos. Aliás, o ser mais maduro escolhe pessoas com princípios e valores semelhantes ao invés de similaridades apenas relacionadas a condição social ou crença religiosa. Seu nível de afinidade é satisfatório?

14. Propósitos negativos em conjunto.

O problema do relacionamento doentio são as ações executadas em favor deles mesmos em detrimento das outras consciências, se for conveniente. Dessa forma, são um casal de cumplicidade amoral capaz de “puxar o tapete” dos outros, cometer pequenos delitos e assim por diante. Tudo para alcançar objetivos pouco nobres que geralmente são relativos ao poder, dinheiro ou ganhos secundários. Toda atividade que cause danos alheios, afundado em propósitos negativos, trará efeitos prejudiciais inevitáveis a seus realizadores. Toda anticosmoética é autossabotagem.

15. Praticaram o aborto.

Um relacionamento saudável dispensa práticas abusivas como o aborto causado por gravidez indesejada. Salvo raros atenuantes, o aborto acaba sendo uma interrupção agressiva no processo de renascimento (ressoma) com efeitos imprevisíveis do ponto de vista extrafísico para as consciências envolvidas. Lamentável que existam casais, em pleno século 21, que se previnem muito mal e adotam o aborto como método usual. O valor do renascimento nunca deve ser menosprezado.

16. Há mais desentendimentos que momentos felizes.

Está comum nas relações conjugais, especialmente nessa Era Moderna, os desentendimentos e as famosas discussões de relação. Desacordos e até brigas podem ocorrer no transcurso dos anos mais o problema é quando esses momentos são maiores do que o de carinho e afetividade. Em certo momento um parceiro ou ambos se sentem esgotados depois das “batalhas” diárias e o relacionamento entra numa espiral crescente de estresse. Quais momentos predominam em seu relacionamento?

17. Não fazem tares para o parceiro.

Um casal maduro é aquele que conversa de modo aberto e tranquilamente sobre todos os assuntos pertinentes. O amor e o afeto não podem ser desculpas para evitar o apontamento de esclarecimentos pertinentes. Naturalmente, fazer tarefa do esclarecimento (tares) não significa pisar no outro e nem mesmo fazer com que se sinta mal sobre suas ações. Casais comuns não falam abertamente com o outro mesmo percebendo erros e vendo complicações se avolumando. O ideal é falar tudo que é necessário sem perder o respeito e o bom-tom.

18. Não há sinceridade e confiança mútua.

Toda relação conjugal, mesmo as mais básicas existentes, precisam cultivar o respeito mútuo. A sinceridade é princípio fundamental que o tempo transforma em sólida confiança. Assim sendo, os relacionamentos onde não ambos se enganam e vivem de modo intranqüilo num clima de desconfiança permanente já estão derrotados em algum nível. Toda mentira acrescenta um tijolo ao mausoléu do relacionamento.

O seu relacionamento é medíocre,
comum ou avançado?


Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


** Não entendeu alguma palavra? - GLOSSÁRIO.


Um comentário:

  1. Caro Alexandre, seus textos são ótimos e esclarecedores, entretanto, quero chamar sua atenção para um pequeno equívoco ortográfico, muito comum aliás, que é o uso do "mais" no lugar de "mas". Não sou professora de português, apenas venho na qualidade de uma amiga, fazer-lhe uma pequena TARES. Neste texto, por exemplo, em algumas situações, você utilizou erroneamente o "mais" em lugar do "mas", observe: no item 04, terceiro parágrafo - "MAS não entenda esse vampirismo...", e também no item 16, segundo parágrafo - "Desacordos e até brigas podem ocorrer no transcurso dos anos, MAS o problema...". Eu sei como é difícil dominar completamente a língua Portuguesa, eu mesma cometo muitos erros, portanto não entenda isso como uma crítica, apenas um pequeno apontamento a fim de ajuda-lo a redigir melhor seus excelentes textos. Parabéns pela página... encontrei muitos artigos interessantes aqui. Abraços e as melhores energias.

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