11 Tipos de Assédios Sexuais Extrafísicos

17:08:00 Administrador 1 Comments


Não se pretende falar aqui dos assédios em ambiente de trabalho entre patrões e empregados ou algo do gênero e sim das influências de seres extrafísicos (espíritos ou entidades) que interferem em sua vida sexual. Essas personalidades extrafísicas carentes gostam de absorver energias de padrões ainda primitivos. Infelizmente os assediadores de base sexual estão entre os mais frequentes na humanidade e em suas manifestações. Você suspeita de alguma influência negativa em sua sexualidade?

1. Necessidade de ver pornografia.

De forma moderada a pornografia pode ser um aditivo que apimenta a vida sexual do casal caso ambos se sintam confortável com esse tipo de abordagem. Entretanto, a necessidade diária de ver pornografia expressa um tipo constante de assédio sexual que precisa desse padrão de pensamentos ao longo do dia. Ou seja, vive-se imerso numa espécie de masturbação mental cotidiana e a ausência de pornografia traz angústia e necessidade de cada vez mais. Inclusive, os aplicativos de celular tem tornado o assédio de base sexual ainda mais intenso pelo compartilhamento contínuo desse tipo de produto.

- Questão autorreflexiva. Você passa o dia evocando temas voltados a sexualidade e promiscuidade?


2. Dominação pelo sexo.

O uso do sexo como um instrumento de convencimento, barganha, controle ou manipulação é uma das formas mais desprezíveis de assédio. Fazer dessa prática uma maneira de atingir seus objetivos obscuros ou egoísticos (sempre de modo interesseiro) é prática comum nas comunidades extrafísicas mais doentias ou baratrosféricas. Muitos não querem abrir mão dos assediadores sexuais justamente por permitirem ser “dependentes” das migalhas que recebem em troca do que podem oferecer. O assédio sexual é tóxico mesmo que envolva clímax e prazer.

- Questão autorreflexiva. O sexo é capaz de comprar sua dignidade?


3. Congressus subtilis.

Ao acordar você já teve a forte sensação de ter feito sexo durante a noite? Parecia real? Se você respondeu afirmativamente saiba que uma ocorrência muito comum e normalmente patológica é a união sexual extrafísica (congressus subtilis). Isto é, a pessoa permite a abordagem sexual durante a noite, enquanto está fora do corpo, ainda que não tenha total consciência do mesmo. Acontece que essa de abordagem é notadamente doentia por ter as próprias energias vampirizadas por seres carentes. Sexo extrafísico é basicamente um sinônimo de drenagem energética de pessoas ingênuas e incautas.

- Questão autorreflexiva. Você gosta de ser vampirizado? Tem certeza?


4. Ocorrência de orgasmo frustro.

Uma ocorrência que em quase sua totalidade expressa um assédio extrafísico de base sexual são os orgasmos frustros. Ou seja, quando a pessoa está chegando ao clímax do orgasmo ela simplesmente perde o prazer. A sensação de frustração ocorre por não saber como a sensação pode ter simplesmente sumido ou “roubada”. Caso isso ocorra eventualmente fica constatada a óbvia interferência de seres energívoros drenando as energias sexuais durante o seu auge. Perder o prazer nessas condições não é normal e nem aceitável.

- Questão autorreflexiva. Quem é o dono do seu sexochacra?


5. Devaneios constantes com cenas sexuais.

Você vive pensando em sexo? Tudo remete para algo sexual? Tanto quem consome pornografia como quem vive insatisfeito com algum ponto na área da sexualidade acaba tendo devaneios “aparentemente” bobos e persistentes sobre sexo. Da mesma forma ocorre no período noturno, enquanto se está fora do corpo, onde a todo o momento o tema sexo não sai do pensamento. Entretanto, isso não significa que seja por causa de forte libido ou intensa ativação do sexochacra que isso acontece. Na verdade, a raiz de tudo é a carência. Um pequeno devaneio pode ser forte chamariz para um assédio sexual extrafísico.

- Questão autorreflexiva. Você consegue passar um único dia sem pensar apelativamente em sexo?


6. Masturbação excessiva.

Em muitos casos mesmo tendo um parceiro fixo e com vida sexual ativa a pessoa sente uma compulsão que “nunca acaba” por orgasmos (insaciabilidade). Nesse caso evidencia um monopólio do chacra sexual perante os demais e cabe lembrar que tanto a hiperatividade quanto a hipoatividade são disfuncionais. Excesso de masturbação é comum e natural, por exemplo, em adolescentes, mas quando excedem o saudável começa a se tornar um problema físico e de assédio extrafísico. Outro ponto que aflige muitos indivíduos é a culpa por se masturbar como se estivesse fazendo algo impróprio ou pecaminoso.

- Questão autorreflexiva. Qual é o limite da sua satisfação?


7. Traição conjugal.

Os relacionamentos extraconjugais evidenciam os assédios extrafísicos da relação. A figura do amante é a mesma do assediador materializado do casal. Aliás, quem é casado e tem sedentos “olhos de solteiro” provavelmente já é um adúltero fora do corpo há muito tempo. É obvio que existem milhares de pessoas interessantes no mundo só que chegar ao ponto de fazer sexo com outro (estando comprometido) traz enorme transtorno cármico pessoal e grupal. Não existe a desculpa de que “a carne é fraca”, pois o que existe é a vontade débil e a cosmoética falha. A pior traição é quanto a si próprio.

- Questão autorreflexiva. Você é leal quanto aos seus próprios princípios?


8. Utilização da prostituição.

Outra evidência do assédio sexual é a utilização da prostituição como forma de satisfação pessoal. Pagar para ter “prazer” é provavelmente o negócio mais antigo da humanidade e um dos mais negativos também. Isto é, quem é adepto da prostituição no fundo trata as pessoas como objetos sexuais, como se fossem isentos de sentimentos e pensamentos, que servem apenas para uma rápida satisfação - pouco importando se a garota de programa vai se satisfazer ou não. Os envolvidos na prostituição precisam desenvolver a afetividade madura para sair desse tipo de patologia.

- Questão autorreflexiva. Você trata o sexo como um negócio?


9. Participação em orgias.

A participação em orgias expressa um alto nível de permissividade ou promiscuidade e expressa as companhias extrafísicas doentias que o acompanham. Quem participa dessa prática geralmente não quer e nem consegue barrar assédios sexuais já que “tudo vale” e “qualquer pessoa” satisfaz. Não saber dizer “não” é o pilar de toda forma de assédio e influência por seres patológicos. Caso você não tenha participado de nenhuma orgia ainda assim merece ficar atento, pois existem as orgias extrafísicas (fora do corpo) que são tão negativas quanto às praticadas na dimensão física. Você já acordou com nítida sensação de ter estado num sexo grupal?

- Questão autorreflexiva. Você é uma personalidade promíscua?


10. Associação de prazer com dor.

A rigor, a prática sexual deve ter como finalidade o prazer e o bem estar pessoal e conjugal. Personalidades adeptas do sadismo (que sentem prazer gerar dor no outro) e do masoquismo (que sentem prazer ao sofrer) têm em sua essência uma sexualidade ligada a dor e a raiva. Nesses casos, ao que tudo indica, a maioria tem mais raiva em seu íntimo do que tesão. Nem é preciso dizer que essas práticas remetem aos assediadores perturbados e perturbadores que fazem do sexo apenas um reflexo do seu mundo íntimo. Carinho, respeito e intimidade para essas personalidades são atitudes broxantes.

- Questão autorreflexiva. Você tem satisfação íntima ao sofrer ou causar sofrimento sexual?


11. Fetiches obcecantes.

Uma questão psicológica que pode causar inúmeros episódios assediadores é a ideia fixa por algum fetiche ou fantasia sexual. No entanto, mesmo o indivíduo realizando o tão almejado desejo ainda assim a ideia obcecante não se dilui e permanece como brecha ou link para as companhias assediadoras. A questão pode envolver temas mais comuns quanto aos fetichismos como, por exemplo, voyeurismo, exibicionismo, erotomania, zoofilia e assim por diante. Todos têm suas preferências e singularidades, mas a questão é não sorver padrões e influências patológicas nesse processo.

- Questão autorreflexiva. Existe algum item sexual que não sai dos seus pensamentos? Sente que isso atrapalha de alguma forma?


De todas as atividades sexuais, a mais explícita quanto ao assédio extrafísico é o estupro. Nem é preciso citar a quantidade de atitudes doentias existentes nessa ação e que a pessoa estuprada (as mulheres em sua grande maioria) não tem culpa ou responsabilidade direta nesse caso. Os assediadores, independentemente de qual for a sua dimensão, que são os reais criminosos.

Importante ressaltar que esse texto não tem a intenção de dizer o que se deve ou não fazer em matéria de sexo. Cada um tem o livre-arbítrio e é responsável perante seus atos. Entretanto, se algo nessa área o incomoda tenha a ousadia de refletir e, se for o caso, de mudar. Se achar que está tudo bem em sua vida sexual, esqueça esse texto e siga em frente. Você é quem decide.

Vivemos numa época de pessoas frustradas com o próprio desempenho sexual em função da grande influência exercida pela indústria pornográfica. A falta do orgasmo feminino, a disfunção erétil e a ejaculação precoce estão atualmente entre os temas mais problemáticos e por si só constituem um enorme assédio de ordem mental.

Obviamente não existem apenas 11 tipos de assédios sexuais conforme os destaques aqui listados. Segue outros temas polêmicos que merecem estudo mais atendo do leitor quanto a possíveis interferências assediadoras: “ficação” (beijar vários na mesma noite), homossexualismo, swing, poliamor, poligamia, travestismo, pedofilia, incesto, satiríase, ninfomania, celibato entre outros.


Você vive uma vida sexual tranquila, perturbada ou inexistente?


Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


** Não entendeu alguma palavra? - GLOSSÁRIO.


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