Numa Psicografia Eduardo Campos diz que Não Foi Acidente

 


**Cartas psicografadas podem conter distorções, enganos ou serem completamente equivocadas. Portanto, não se afirma aqui que ela seja verdade, mas que sirva como forma de você mesmo avaliar e criticar seu conteúdo**

📜 Uma carta psicografada atribuída a Eduardo Campos, político que infelizmente partiu em um acidente aéreo, veio de uma médium no Paraná e traz reflexões profundas sobre a vida após a morte e o futuro do Brasil.

🖋️ Na carta, Eduardo começa expressando tristeza e indignação com a política brasileira… mas também esperança. Ele dedica palavras de amor e gratidão à família, que foi sua fortaleza desde o início.

🌟 Mesmo sem saber se havia vida após a morte, agora ele diz que se aproximou de Deus nesse novo plano. A carta levanta a hipótese de que seu acidente foi um "ass@ss1nat0" e parte de uma c0nspiração.

😠 Ele comenta a raiva e o inconformismo que sentiu ao saber que um falso amigo teria sido o responsável pelo "acidente", mas foi amparado por espíritos como Tancredo Neves e Juscelino Kubitschek, que o socorreram e o guiaram.

🌀 Fala-se de sessões terapêuticas no plano espiritual e da recuperação do seu corpo astral, tudo graças ao seu desenvolvimento espiritual.

🕊️ Eduardo espera que sua morte seja um alerta para que futuros líderes sejam fieis à honestidade e busquem paz interior. Ele critica a corrupção como um “mar podre” e avisa que a justiça divina vai agir.

🤝 Mesmo assim, oferece piedade aos traidores e promete ajudá-los a se resgatar da escuridão futura que os espera.

🌍 Por último, ele diz ter sido convidado para o "Parlamento Espiritual Planetário", onde trabalha em projetos para uma revolução na educação no Brasil e incentiva todos a manterem a esperança no futuro.

📗 Fonte: Carta pública e Vídeo do Canal Sexto Sentido. Ttítulo: SEGREDOS REVELADOS em Psicografia de EDUARDO CAMPOS

Aos 7 anos ela se lembrou de sua vida anterior com seu pai que se tornou um dos mais famosos escritores do mundo!

 


Anissa começou a demonstrar comportamentos e memórias incomuns ainda na infância, inicialmente mencionando a presença de um cachorro da família que havia morrido antes de ela nascer. Com o tempo, ela passou a relatar visitas constantes em seus "sonhos" de alguém que chamava de seu "pai do passado", descrevendo encontros em campos de margaridas e sob árvores cintilantes. Nessas experiências, ela detalhava uma conexão profunda, onde ambos escreviam poemas, cantavam e passavam o tempo juntos como pai e filha.

A jovem descrevia seu pai de outra vida com características muito específicas, como o uso de ternos elegantes e um penteado lateral bem característico, algo que sua mãe, Kim, acreditava ser detalhado demais para uma criança inventar. Anissa sentia-se imersa em um ambiente de muito amor durante essas memórias, sentindo que aquele homem era sua verdadeira figura paterna de outrora. Além disso, ela manifestava um desejo inexplicável de visitar Nova York e possuía uma forte inclinação para a escrita de poesias e músicas.

O momento de maior impacto ocorreu quando a família visitou Saint Paul para um jogo de hóquei e correu em direção a uma estátua. Ao abraçá-la, afirmou com convicção que aquele era o homem de seus sonhos. Somente após lerem a placa da estátua é que os pais descobriram tratar-se de F. Scott Fitzgerald. Mais tarde, pesquisas revelaram que a filha real do escritor se chamava Scotty, tinha talentos artísticos semelhantes aos de Anissa e viveu em Nova York, o que reforçou as crenças da família.

Para encerrar esse ciclo, a família retornou à estátua de Fitzgerald para que Anissa pudesse se despedir formalmente. Sua mãe lhe entregou uma cópia de uma famosa carta que o escritor escreveu para sua filha real, contendo o conselho de não se preocupar com o passado ou o futuro, mas focar no presente. Ao ler a mensagem, Anissa sentiu que recebeu o fechamento necessário para deixar para trás sua identidade anterior e seguir em frente plenamente como a jovem que é hoje.

📗 Fonte: Documentário "The Ghost Inside My Child"

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Ex-Comediante Revela suas Experiências em Outras Dimensões!

Menino de 7 anos revive o trauma de sua vida passada, ao morrer em um naufrágio

 

O caso centra-se em Sheamus, um menino de 7 anos que, inesperadamente, começou a narrar aos pais os acontecimentos de uma vida passada na qual teria morrido num naufrágio. Apesar da descrença inicial, a mãe e o pai notaram a seriedade e a riqueza dos detalhes nos relatos do filho, o que os levou a considerar a possibilidade de reencarnação. Sheamus descreveu que, na vida anterior, era um menino de 10 anos, com uma irmã de 14, e recordava-se de vestir um casaco verde. Ele detalhou que o navio era vermelho e preto e que afundou após ser atingido na parte de trás, o que provocou uma grande inclinação para o lado de estibordo, indo "direto para a água".

O relato mais intenso da vivência de Sheamus concentrou-se no momento do naufrágio e na tentativa desesperada de sobrevivência. O menino recordou o pânico e as pessoas a nadar e a agarrar-se a pedaços do navio. Ele descreveu que conseguiu alcançar um bote salva-vidas, que era feito de madeira e pintado de branco. Naquele bote gelado, ele recordava-se de estar a usar dois casacos: o seu casaco verde e um segundo casaco preto que o seu pai lhe tinha dado, numa imagem comovente de proteção paterna num momento de catástrofe.

Essa memória traumática da morte passada afetou profundamente o bem-estar psicológico de Sheamus na vida atual. O menino expressou aos pais o medo excruciante de que a forma como havia morrido no passado se repetisse na sua vida presente. Tal ansiedade manifestava-se em dificuldades para dormir durante a noite, obrigando-o a dormir num sofá separado no quarto dos pais. A angústia do naufrágio era um peso constante no seu "pobre coração e mente", e as tentativas iniciais de conforto por parte dos pais mostraram-se insuficientes.

Com o objetivo de aliviar o sofrimento do filho e dar-lhe "encerramento", os pais decidiram usar as memórias de Sheamus para tentar identificar o navio. Após descartarem o Titanic e outros navios, e com base nas descrições de um navio com quatro chaminés, formato familiar e botes de madeira branca que foi atingido por um torpedo, eles concentraram-se no RMS Lusitania, afundado em 1915. Acreditavam que encontrar a verdade sobre sua experiência passada ajudaria Sheamus a libertar-se do medo e a concentrar-se na vida que estava a viver.

Para formalizar o encerramento deste capítulo traumático, a família realizou uma pequena cerimónia no mar. A bordo de um barco de pesca, Sheamus e os pais lançaram uma coroa de flores em homenagem a todos os que perderam a vida no mar, incluindo a vida anterior do menino. O momento foi de forte emoção para Sheamus, que se despediu da sua vida passada. No final do ritual, o menino expressou o alívio de saber que, por causa daquela cerimónia, já não morreria num barco, como aconteceu na vida anterior, permitindo-lhe seguir em frente com mais segurança.


📗 Fonte: Documentário "The Ghost Inside My Child" (Sony Pictures)

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