7 razões porque não se evolui rapidamente


Todos dizem buscar a evolução, mas poucos apresentam algum abertismo real. A melhoria de nossa consciência caminha a passos lentos e, ao que tudo indica, apenas seres altamente evoluídos evoluem de modo muito acelerado. Nesse sentido, responda as seguintes questões:

Você já identificou algo em si mesmo inadequado que gostaria de mudar? Quanto tempo levou para essa mudança?

Se o item em questão foi superficial ou mais simples as mudanças podem até ser mais rápidas. No entanto, se for algo mais íntimo ou estrutural quanto ao temperamento pessoal, por exemplo, essa renovação provavelmente será gradual ou beirando a paralisia. Você sabe o que fazer e ainda assim sente-se “correndo sem sair do lugar”?

Saiba que a evolução não precisa ser lenta dessa forma se você eliminar alguns “freios de mão” pessoais em sua jornada. Segue abaixo 7 razões, fora muitas outras não listadas, pelos quais a evolução segue em ritmo lento para que faça suas autorreflexões e mudanças se achar conveniente:


01. Ganhos secundários.

Uma das maiores causas de estagnação evolutiva reside na manutenção dos ganhos secundários. Ou seja, o indivíduo acaba escolhendo manter posturas prejudiciais e imaturas em função dos “benefícios” que consegue colher. Sabe uma pessoa que prefere manter a completa preguiça porque sabe que alguém fará seu serviço? Esse é um exemplo de ganho secundário. Vive-se do modo pior por julgar que assim tira vantagens ainda que desconheça o termo técnico. Se não fossem os ganhos secundários provavelmente se mudaria rapidamente ao descobrir um defeito ou trafar.

02. Não aprofunda a autopesquisa.

Uma pessoa com autoconhecimento débil tende a fazer mudanças superficiais. Isto é, quem sabe pouco de si mesmo entre os milhares de traços, tendências e potencialidades também desconhece as próprias ferramentas evolutivas que possui e, em muitos casos, lamentam das capacidades que julgam não ter. O movimento de auto-investigação bem realizada permite um diagnóstico preciso e direcional frente às renovações necessárias e inevitáveis. Ninguém muda sem saber o que precisa ser mudado.

03. O emocional é superior ao lado mental.

Apesar de toda clareza quanto ao que precisa ser mudado o que pode se tornar um grande entrave é justamente a exaltação emocional. Surgem desculpas, temores, receios e ansiedades por mudanças e foco nas possíveis dificuldades que podem acontecer. Ninguém precisa ser frio e sem emoções como um robô, mas o real problema reside na instabilidade dos sentimentos e emoções. Onde o emocionalismo impera a racionalidade é mera subalterna.

04. Desconstrução de hábitos e compulsões.

A tendência humana é criar hábitos e se acomodar neles agindo no piloto automático. Essa postura é boa em diversos contextos mais se tornam empecilhos quando se almeja mudanças. A desconstrução de certas posturas começa inicialmente na parte mental e leva tempo até a reeducação se concretizar. A compulsão é um hábito negativo onde se obtém algum ganho secundário. Ainda que essas posturas sejam antigas, requer desprendimento emocional para abrir mão do ultrapassado em favor do que é novo e melhor. Todo hábito pode ser desconstruído.

02. Julga-se incapaz.

O condicionamento mental é uma das maiores forças de nossa natureza íntima. Quem pensa que será difícil ou fracassará já está em “maus lençóis”, pois criou para si mesmo limites e barreiras que impedem o avanço. Enquanto o pensamento não for modificado não há modo de reverter a situação por ser algo de foro íntimo. Não espere que um ser altamente evoluído apareça e faça você acreditar em si mesmo de modo mágico. Sem autoconfiança até o possível parece improvável.

06. Não atua com vontade e dedicação.

Uma pessoa com vontade forte ou inquebrantável faz as renovações que precisa, seja como for ou quando for. Todas as reciclagens pessoais são possíveis desde que haja persistência. Aliás, persistência é uma palavra-chave. Entretanto, boa parte das pessoas desanima ou desiste na primeira dificuldade. Nos dias atuais há muitas pessoas mal acostumadas que querem tudo de modo rápido e imediato e desconhecem o verdadeiro significado da dedicação. Toda mudança é um processo que requer dedicação. Como avançar desistindo fácil?

07. Culpa e medos diversos.

Quando se muda a renovação é nítida para os outros. Por isso, muitos temem a rejeição ou mesmo a ridicularização de pessoas próximas, pois toda mudança, mesmo sendo legítima, incomoda quem está acomodado. Nesse ponto, é comum a emoção da culpa como se a mudança íntima fosse uma atitude equivocada e quase criminosa no meio social. Isso sem contar o medo do novo e do desconhecido que gera pavor em multidões ao redor do mundo. O medo e a culpa são nocivos enquanto não forem anulados.


A melhor mudança vem acompanhada de uma vivência livre de dependências, medicamentos e outras muletas nesse processo. Se no seu caso sente que não é capaz de fazer por si mesmo pode ser necessário alguma terapia ou apoio externo. Entretanto, vale seguir o modo mais difícil e concreto baseado na disciplina, força de vontade, tolerância à frustração, entre outros.

Você realmente quer mudar?
Ou te falaram que você precisa mudar?


Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


** Não entendeu alguma palavra? - GLOSSÁRIO.


Experiência fora do corpo de Giordano Bruno


A famosa série “Cosmos” feita por Carl Sagan na década de 80 foi atualizada recentemente com a apresentação de Neil deGrasse Tyson. Já no primeiro episódio falam do grande Giordano Bruno que foi queimado pela igreja justamente por expressar suas ideias revolucionárias de que o universo deve estar repleto de vida em outros mundos e que cada planeta poderia ter sua própria Bíblia.

A animação conta um pouco de sua história e mostra justamente uma vivência parapsíquica onde o mesmo sairia do seu corpo para jornadas de experiências de conhecimento puro. Apesar da simplicidade do conteúdo é fonte de reflexão e inspiração para todos que desejam evoluir, mas que são acomodados demais para se movimentarem.




Você tem coragem de expor suas opiniões pessoais da mesma forma de Giordano Bruno fez mesmo que atualmente ninguém seja levado a tortura e a morte?
 

Por Alexandre Pereira.

11 sinais que você está fora do propósito de vida


Basicamente todas as pessoas renascem na vida material com algum tipo de missão ou propósito evolutivo. Ou seja, de acordo com o nível de maturidade cada um tem tarefas mais específicas quanto a si mesmo ou em relação às outras consciências. Segundo a Conscienciologia, essa missão de vida se chama proéxis ou programação existencial. Entretanto, uma minoria se prepara para essa missão nos chamados cursos intermissivos.

O incompletismo existencial é justamente a vida que está desviada desses objetivos ou que terminou sem resultados satisfatórios e é denominado de incompléxis. Provavelmente a real tragédia humana seja a vida que não deu certo. Portanto, quem cumpre sua proéxis de modo satisfatório termina a vida sob a felicidade do completismo existencial (ou compléxis) ao invés do “gosto amargo” da situação oposta.

No entanto, quem se desviou de seus propósitos acaba demonstrando em ações e comportamentos, geralmente com idade mais avançada ou no fim da vida, salvo raras exceções, que se sente mal mesmo sem uma explicação racional. Dessa forma, esse texto coloca alguns sinais da pessoa que está vivendo no incompletismo e se não fizer algo a respeito para mudar ou reverter irá morrer (ou dessomar) nessa condição.

11 sinais que alguém está fora dos seus propósitos existenciais:


01. Saudosismo.

Um indicativo da vida que teve algum desvio de rota é o saudosismo sobre o que passou (ainda que não tenha sido tão bom). Esse saudosismo em geral vem contaminado com fantasias que adocicam as situações como se tudo anteriormente fosse absurdamente melhor. Esse pensamento saudosista é uma forma de obsessão que visa inutilmente se desligar do presente numa tentativa fútil de alteração do destino e, por conseguinte, do próprio presente. O saudosismo é uma fuga mesmo que o tempo não seja mudado.

02. Melancolia.

A pessoa que no passar dos anos vai caindo em melancolia pode ter como razão o distanciamento quanto aos seus propósitos de vida. Essa melancolia intrafísica (também chamada de melin) é muito comum na terceira idade justamente pelo fracasso em pontos importantes ainda que tudo esteja no inconsciente. O indivíduo, mesmo embutido pelas dificuldades que a vida apresenta, quando se sai bem perante suas necessidades evolutivas, geralmente é radiante e bem disposta ao invés de sufocar em tristeza e estados depressivos. Sua melancolia é inicial? Está mais fácil de reverter? A tristeza é uma derrota emocional.

03. Forte mau humor.

Uma das questões mais óbvias do incompletismo existencial é a pessoa mais velha que apresenta um mau humor ou forte rabugice. Quando a vida está “fora dos trilhos”, dependendo do temperamento pessoal, muitos descontam suas frustrações internas nos outros à volta como se eles fossem o problema. Não é o caso de quem tem a doença do mau humor desde muito pequena, nada disso. O que se deve prestar atenção é na mudança de temperamento com a idade adulta e o modo como isso reverbera nos familiares. Para muitos o incompletismo enfurece.

04. Devaneios suicidas.

Os devaneios suicidas são uma terrível condição onde o indivíduo continuamente fantasia situações tirando a própria vida. Se a personalidade for fraca quanto à vontade é possível que em algum momento ou circunstância acabe colocando em prática essa tolice. O suicídio promove o incompletismo absoluto ou a derrota total, pois, antes de qualquer coisa, o suicídio é provavelmente a maior covardia humana. Quem desiste da vida tem um tipo horroroso de vivência após a morte vivendo afundado em emoções perturbadoras em locais extrafísicos doentios. Afaste toda forma de imaginação relacionada à própria morte.

05. Desilusão quanto à vida e a si mesmo

É comum ver quem não realizou seus propósitos básicos de vida afundado em emoções de vazio e desilusão. Aliás, boa parte dessa desesperança parece ter relação com os outros, mas, na verdade, é relativo a si mesmo. Dessa forma, desiste de tudo e essa falta de vontade não permite achar forças para alcançar qualquer “sonho”. Essa condição é uma das piores justamente por sentir que nada vem dando certo e que todo esforço é apenas energia gasta. Ou seja, esses enganos vão intoxicando e corroendo o lado emocional já fragilizado. A desesperança é o anestésico da determinação.

06. Esquecimento dos princípios e valores.

Uma vida desviada de sua rota pode apresentar a perda dos princípios e valores que antes eram claros e exaltados. Essa perda é, naturalmente, quanto ao que a pessoa pratica e não apenas sobre o que fala. Ou seja, a pessoa antes sincera pode se tornar dissimulada, o cooperativo vira competitivo, o respeitoso se transforma em sarcástico, a assistencialidade é sufocada pela inveja e assim por diante. Dessa forma, mesmo ficando mais velho fisicamente se apresenta em pior condição frente à juventude. A desilusão assassina princípios pessoais?

07. Falta de objetivos e metas.

Em uma vida que não está dando certo normalmente não há metas e objetivos ou os mesmos foram distorcidos. Importante dizer que muitos passam décadas sonhando com ilusões irrealistas de fama, fortuna e grandiosidades com as quais não passam de mero desejo e distração mental. Não fazem nada para realizá-los mais não passam um dia sequer sem essas fantasias. Em certa altura da vida é comum não desejarem mais nada e vivem desprovidos de qualquer objetivo existencial. Assim seguem não desistindo de viver mais sem um razão de sustentação.

08. A vida sem assistência.

É sabido que existem personalidades com missões de vida bem simples e modestas voltadas para questões pessoais bem específicas. Entretanto, é comum a sensação de deslocamento em função de uma vida apenas egoística (ou antiassistencial) que não enxerga nada além do próprio umbigo. Erra muito menos quem leva uma vida repleta de auxílios e suportes as necessidades alheias. Portanto, se percebe que talvez esteja no rumo do incompletismo existencial talvez seja o momento de repensar como está o seu nível assistencial. Somos engrenagens interligadas.

09. O comodismo e a acomodação imútável.

Outra tendência é a acomodação do tipo irreversível a ponto de ser um “exemplo” de paralisia e improdutividade. Assim segue fazendo o menor esforço possível sem qualquer interesse maior justamente por não enxergar nenhuma relevância ou importância em nada. Esse tipo de conduta leva inevitavelmente ao subnível, ou seja, o desperdício dos potenciais pessoais de quem poderia fazer muito e mesmo assim opta por ser inferior as próprias capacidades. O comodismo é a pseudo-morte.

10. Envolvimento com ações autodestrutivas.

A tendência de quem está muito distante de sua missão de vida é o envolvimento com questões que trazem prejuízos pessoais imediatos ou a médio prazo. Assim pode ocorrer o envolvimento com drogas leves e pesadas, com o aumento do consumo de álcool, por exemplo, ou a vivência de atitudes de risco e de perigo (riscomania). Condição mais dramática quando se coloca em meio a conflitos e guerras de modo espontâneo e motivado para o belicismo em geral. Sentem, ainda que inconscientemente, que se a vida “está perdida” então não têm mais “nada a perder”. Às vezes parece mais fácil destruir o que já está um pouco quebrado.

11. Automimeses dispensáveis.

Uma consciência que tende a realizar em suas vidas humanas apenas aquilo que está habituado pode levar ao incompletismo. Essa é a automimese dispensável, ou seja, a repetição de atividades, profissões e linhas do conhecimento vida após vida com poucos acréscimos quanto à evolução pessoal. Essa postura é quase um comodismo existencial por não se “aventurar em terras desconhecidas”. Assim o indivíduo segue repetindo a si mesmo e com o passar do tempo surgem as emoções de vazio e de inutilidade pessoal. Você faz algo que não precisaria mais fazer?


Essa sensação de deslocamento quanto ao propósito de vida é algo pessoal e um sentimento que não pode ser demonstrado. Se você sente que algo não vai bem não negligencie essa percepção. Analise, investigue e descubra a causa e faça algo antes que seja tarde demais. Afinal, é melhor fazer o que for possível ao invés de se lamentar pelo que simplesmente não fez.

Não importa sua idade, pois tudo pode ser melhorado antes da morte física. Essa recomposição do caminho depende da vontade e das ações concretas para que se realize da melhor forma. 


Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


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Acabar com a Autocorrupção (Detalhes Imensos)

Há pessoas que desejam acabar com as autocorrupções apenas quando forem mais evoluídas. É uma terrível forma de autoengano essa fantasia de que quando a maturidade pessoal for maior os problemas e erros serão eliminados. Se você não tratar seus pequenos desvios hoje e eliminar as pequenas corrupções agora nenhum nível evolutivo melhor vai se instalar em você. Ninguém muda apenas esperando ou dizendo que no futuro irá ser uma pessoa diferente. O ato de não ter mais assédio extrafísico (desperticidade) é, por exemplo, a consolidação de anos de profundas melhorias íntimas.


Por Alexandre Pereira.


 

Assistente Virtual



I. Conformática

Definologia. O assistente virtual é a conscin, homem ou mulher, promotora do esclarecimento a partir de publicações de imagens, textos, vídeos, notícias, conversas no ambiente tecnológico, Internet ou rede mundial de computadores.

Tematologia. Tema central homeostático.

Etimologia. O vocábulo assistente vem do idioma Latim, assistens ou adsistens, de assistere, “estar ou conservar-se de pé junto a; estar presente; comparecer; assistir em juízo”. Surgiu no Século XVI. O termo virtual procede do idioma Latim Medieval, virtualis, “virtual”, e este do idioma Latim Clássico, virtus, “força corporal; ânimo; denodo; ferocidade; força de espírito; virtude; poder de eloquência”. Apareceu no Século XVIII.

Sinonimologia: 01. Amparador virtual. 02. Assistente tecnológico. 03. Assistente internético. 04. Apoiador digital. 05. Técnico em esclarecimento virtual. 06. Conscin assistente pela Informática. 07. Amparador infocomunicológico. 08. Auxiliar hipermidiático. 09. Assistente internauta. 10. Trabalhador assistencial cibernético.

Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 9 cognatos derivados do vocábulo virtual: virtualidade; virtualismo; virtualista; virtualística; virtualístico; virtualização; virtualizada; virtualizado; virtualizar.

Neologia. As 4 expressões compostas assistente virtual, assistente virtual primário, assistente virtual mediano e assistente virtual avançado são neologismos técnicos da Infocomunicologia.

Antonimologia: 01. Assediador virtual. 02. Assediador tecnológico. 03. Interassediador internético. 04. Assediador digital. 05. Doutrinador virtual. 06. Lavador de cérebro pela Informática. 07. Disseminador de patologia infocomunicológica. 08. Manipulador midiático. 09. Agressor virtual. 10. Tarefeiro tecnológico ultrapassado.

Estrangeirismologia: a navegação na Internet; a vida intrafísica com background virtual; a utilização do know-how técnico; o rapport quanto aos conteúdos acessados; o compartilhamento enquanto modus vivendi; o desenvolvimento da open mind assistenciológica; a atualização dos backups; a afinidade com desktops, laptops, smartphones e tablets; a produção de hangouts produtivos.

Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à comunicabilidade tecnológica.

II. Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da Comunicologia; o foco pensênico na assistencialidade; o materpensene assistencial; os ortopensenes virtuais; a ortopensenidade comunicativa; os neopensenes; a neopensenidade internáutica; o holopensene da infocomunicabilidade; a autopensenização crítica.

Fatologia: a assistencialidade virtual; a comunicação assertiva; a utilização cosmoética da Internet; a interrelação virtual harmônica; o exemplarismo virtual; a tares em âmbito virtual; a impactoterapia audiovisual; o discernimento das publicações; a abordagem argumentativa cosmoética; a qualificação dos conteúdos assistenciais; a Informática enquanto instrumento dos amparadores; a manutenção da produtividade; o planejamento e a organização das publicações; as vantagens do compartilhamento de informações de ponta; o autogerenciamento dos contatos virtuais; a inteligência comunicativa; a motivação pela conexão sadia; o comportamento educado em redes sociais; a retribuição dos ganhos evolutivos; o compartilhamento de assuntos essenciais; a exaltação dos conteúdos relevantes; a área de Comunicação das Instituições Conscienciocêntricas (ICs); a transmissão das tertúlias online; a vida online marcada pela assistencialidade; a conduta fraterna em todos os ambientes; a inteligência evolutiva (IE) aplicada à tecnologia; o Universalismo prático.

Parafatologia: a vivência do estado vibracional (EV) profilático; os desassédios virtuais; a identificação do amparo extrafísico em ambientes virtuais; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; os insights provenientes do paracérebro; as sincronicidades multidimensionais no mundo virtual; as influências energéticas online; a conexão energética entre o autor e o leitor; as projeções conscientes (PCs) inspiradoras de conteúdo; o acesso online antecipando o desassédio offline; os encontros de destino virtuais e extrafísicos.

III. Detalhismo

Sinergismologia: o sinergismo criação-publicação-acompanhamento; o sinergismo tarístico sites–redes sociais–aplicativos; o sinergismo mentalsomática-interassistencialidade-tecnologia; o sinergismo trabalho pessoal–divulgação policármica; o sinergismo autor lúcido–leitor crítico.

Principiologia: o princípio da interassistencilidade; o princípio da causa e efeito; o princípio da empatia evolutiva; o princípio do posicionamento pessoal (PPP); o princípio da liberdade científica; o princípio da liberdade de expressão; o princípio da programação existencial; o princípio da megafraternidade.

Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC).

Teoriologia: a teoria e a prática da interassistencialidade; a teoria da globalização; a teoria da sincronicidade; a teoria da Era da Aceleração da História Humana; a teoria da intercomunicação cibernética.

Tecnologia: as técnicas da comunicação; a técnica do autoparapsiquismo assistencial; a técnica da tares; a técnica da retribuição pessoal; a técnica do acolhimento interassistencial; a técnica da sutileza comunicativa; as técnicas de criatividade.

Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Assistenciologia; o laboratório conscienciológico da Comunicologia; o laboratório conscienciológico da Autoproexologia; o laboratório conscienciológico da Automentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico do estado vibracional; o laboratório conscienciológico da Autossinaleticologia.

Colegiologia: o Colégio Invisível dos Infocomunicólogos; o Colégio Invisível dos Comunicólogos; o Colégio Invisível dos Assistenciólogos; o Colégio Invisível dos Empreendedores Digitais; o Colégio Invisível da Mentalsomatologia; o Colégio Invisível da Heurística; o Colégio Invisível da Tecnologia.

Efeitologia: o efeito halo na comunicação; os efeitos potencializadores da intencionalidade maxifraterna; os efeitos da comunicabilidade policármica; o efeito da ousadia criativa; os efeitos cognitivos da solidariedade interassistencial; os efeitos autesclarecedores do exercício da tares; os efeitos impactantes das neoverpons.

Neossinapsologia: a aquisição de sinapses dentro do confor conscienciológico; o desenvolvimento das neossinapses tecnológicas; as parassinapses interassistenciais; as neossinapses advindas da criatividade.

Ciclologia: o ciclo contato virtual–atendimento extrafísico; o ciclo comunicativo emissão-recepção-interpretação-feedback; o ciclo insight-realização; o ciclo autor divulgador–internauta receptor; o ciclo contínuo de produtividade intelectual.

Enumerologia: o conteúdo virtual simples; o conteúdo virtual compartilhado; o conteúdo virtual questionado; o conteúdo virtual desassediador; o conteúdo virtual fraterno; o conteúdo virtual avançado; o conteúdo virtual transformador.

Binomiologia: o binômio autesclarecimento-heterodesassédio; o binômio comunicação-exemplificação; o binômio amparador-amparando; o binômio assistencialidade virtual-assistencialidade real; o binômio inspiração-transpiração; o binômio cognição-tecnologia; o binômio rede neural-rede social; o binômio informação-recin; o binômio autoconhecimento pessoal-comunicação policármica.

Interaciologia: a interação homem-máquina; a interação computador–campo energético; a interação leitura-autoparapsiquismo; a interação ideias-linguagem; a interação assistencialidade-proéxis; a interação paradigma convencional–paradigma consciencial; a interação descompromisso-seriedade.

Crescendologia: o crescendo inteligência tecnológica–inteligência evolutiva; o crescendo medo de errar–vontade de acertar; o crescendo divulgação de cursos–divulgação de ideias; o crescendo pesquisador isolado–cientista informata; o crescendo recebimento-retribuição.

Trinomiologia: o trinômio vida intrafísica–vida extrafísica–vida virtual; o trinômio organização-publicação-avaliação; o trinômio responsabilidade-engajamento-coletivismo; o trinômio desinformação-subinformação-megainformação; o trinômio motivação-trabalho-lazer.

Polinomiologia: o polinômio comunicativo emissão-transmissão-recepção-feedback.

Antagonismologia: o antagonismo intermissivistas / difamadores; o antagonismo Era Digital / Era Analógica; o antagonismo intenção de informar / intenção de convencer.

Paradoxologia: o paradoxo das intervenções extrafísicas no ambiente virtual.

Politicologia: a meritocracia; a lucidocracia; a tecnocracia.

Legislogia: a lei do maior esforço; a lei da megafraternidade.

Filiologia: a comunicofilia; a assistenciofilia; a conscienciofilia; a tecnofilia; a paratecnofilia; a cogniciofilia; a neofilia.

Fobiologia: a intelectofobia; a criticofobia; a disciplinofobia.

Sindromologia: a síndrome da dispersão consciencial; a síndrome da despriorização existencial.

Maniologia: a infomania; a grafomania.

Holotecologia: a cosmoeticoteca; a infoteca; a cognoteca; a tecnoteca; a discernimentoteca; a evolucioteca; a heuristicoteca; a criativoteca; a comunicoteca.

Interdisciplinologia: a Infocomunicologia; a Comunicologia; a Assistenciologia; a Ortopensenologia; a Grupocarmologia; a Holoculturologia; a Linguística; a Redaciologia; a Estatisticologia; a Parapercepciologia; a Energossomatologia; a Desassediologia; a Interaciologia; a Policarmologia.

IV. Perfilologia

Elencologia: a conscin lúcida; a isca humana consciente; o ser desperto; a conscin crítica; o ser interassistecial; a personalidade informata; o conscienciólogo divulgador; o reeducador; a consciência poliédrica; a consciência eletronótica; a conscin enciclopedista.

Masculinologia: o assistente virtual; o pré-serenão vulgar; o acoplamentista; o agente retrocognitor; o intermissivista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o líder intelectual; o reeducador; o escritor; o epicon lúcido; o exemplarista; o pesquisador; o internauta maduro; o tenepessista; o amparador intrafísico; o professor digital; o infopedagogo; o pesquisador virtual; o palestrante online; o infovoluntário; o apresentador; o blogueiro racional; o narrador; os youtubers; o editor de vídeos; o teletertuliano; o ghost writer; o tecnólogo profissional; o debatedor online; o criador de hangouts para debates; o verbetógrafo.

Femininologia: a assistente virtual; a pré-serenona vulgar; a acoplamentista; a agente retrocognitora; a intermissivista; a comunicóloga; a consciencióloga; a líder intelectual; a reeducadora; a escritora; a epicon lúcida; a exemplarista; a pesquisadora; a internauta madura; a tenepessista; a amparadora intrafísica; a professora digital; a infopedagoga; a pesquisadora virtual; a palestrante online; a infovoluntária; a apresentadora; a blogueira racional; a narradora; as youtubers; a editora de vídeos; a teletertuliana; a ghost writer; a tecnóloga profissional; a debatedora online; a criadora de hangouts para debates; a verbetógrafa.

Hominologia: o Homo sapiens communicologus; o Homo sapiens benevolens; o Homo sapiens proexologus; o Homo sapiens universalis; o Homo sapiens systemata; o Homo sapiens interactivus; o Homo sapiens cosmoethicus; o Homo sapiens homeostaticus; o Homo sapiens paraperceptivus.

V. Argumentologia

Exemplologia: assistente virtual tarístico primário = aquele promovendo a tacon por meio de conteúdos reflexivos de autoria própria; assistente virtual tarístico mediano = aquele promovendo a tares por meio de conteúdos reflexivos de autoria de terceiros; assistente virtual tarístico avançado = aquele promovendo a tares por meio de conteúdos reflexivos de autoria própria.

Culturologia: a cultura interassistencial; a cultura evolutiva; a cultura da gratidão; a cultura da informação útil; a cultura atual da Megacomunicologia; a cultura midiática; a indústria cultural; a cultura de massa; a cultura inútil; a cultura da alienação.

Traforologia. Para ter consistência dentro da assistencialidade virtual, é pertinente o aprimoramento ou o desenvolvimento de, por exemplo, 18 trafores listados em ordem alfabética:
01. Assistencialidade: a intenção real para o esclarecimento alheio.
02. Cientificidade: a preferência pela atuação racional e técnica.
03. Cosmovisão: a visão de conjunto sobre o trabalho em si.
04. Criatividade: a inventividade diversificada e sadia.
05. Empreendedorismo: a dedicação para o empreendedorismo digital.
06. Energossomaticidade: a autodefesa energética para as opiniões e ataques antagônicos anticosmoéticos.
07. Gratidão: a satisfação em retribuir perante os ganhos evolutivos.
08. Intelectualidade: o conhecimento mais amplo frente ao conhecimento humano.
09. Intencionalidade: a intenção correta trazendo motivação permanente.
10. Introspecção: a sapiência em se recolher e ficar mais reflexivo.
11. Neofilia: o gosto pelo novo e por atualizações.
12. Organização: a capacidade de ordenar o trabalho de modo a ser mais produtivo.
13. Parapedagogia: a atuação enquanto agente retrocognitor digital.
14. Parapercepciologia: a atenção aos insights e orientações extrafísicas.
15. Perserverança: a persistência tranquila perante as atribulações.
16. Prudência: a cautela para evitar inconvenientes.
17. Resiliência: o ato de saber resistir ante os assédios e contrafluxos existentes.
18. Tecnicidade: a qualificação dos procedimentos tecnológicos.

Complementaridade. Ocorre, em muitos casos, continuação ou complementaridade para a conscin assistida, e por vezes impactada pelas informações acessadas online, durante a noite no estado projetado a fim de o assistente inspirar mais ideias ou realizar desassédios pontuais. Em função das reflexões alcançadas o internauta pode precisar de apoio da pessoa responsável pela publicação ou de personalidades relacionadas, de acordo com a convocação do amparo extrafísico especializado no fechamento assistencial.

Demanda. Com o crescimento da demanda de assistência e desassédio mentalsomático será preciso o aumento proporcional de pessoas dedicadas à tarefa de assistente virtual gerando conteúdo contínuo. O excesso de informações virtuais já ocorre atualmente, mas compartilhar assuntos prioritários ao modo de verdades relativas de ponta provavelmente serão minoria por muito tempo. Não se pode negar o valor e a importância da Internet perante as relações humanas.

VI. Acabativa

Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação direta e indireta com o assistente virtual, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
01. Assistência sem retorno: Interassistenciologia; Homeostático.
02. Categoria de comunicação: Comunicologia; Neutro.
03. Cibercompanhia extrafísica: Parapercepciologia; Neutro.
04. Conscienciografia: Comunicologia; Neutro.
05. Divulgação científica: Comunicologia; Neutro.
06. Efeito google: Efeitologia; Neutro.
07. Estigma virtual: Antinvexologia; Nosográfico.
08. Ferramenta de comunicação: Comunicologia; Neutro.
09. Holopensene midiático: Holopensenologia; Neutro.
10. Infocomunicação dispersiva: Infocomunicologia; Nosográfico.
11. Informação conscienciológica: Comunicologia; Homeostático.
12. Minipeça interassistencial: Interassistenciologia; Homeostático.
13. Produção do esclarecimento: Interassistenciologia; Homeostático.
14. Teletertuliano: Infocomunicologia; Neutro.
15. Voluntariado virtual conscienciocêntrico: Policarmologia; Neutro.

O ASSISTENTE VIRTUAL VISA O ESCLARECIMENTO, REFLEXÃO,
DESASSÉDIO E MÚLTIPLAS FORMAS DE AUXÍLIO INTERCONSCIENCIAL DE MODO INTEGRAL E UNIVERSALISTA, POR MEIO DAS TECNOLOGIAS EXISTENTES.

Questionologia. Você, leitor ou leitora, já compartilhou virtualmente as pesquisas, ideias e fundamentos para ajudar outras personalidades? Entende a relevância do mundo digital?

Por Alexandre Pereira.
Verbete apresentado dia 30.07.17


Bibliografia Específica:
1. Vieira, Waldo; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 413 caps.; 403 abrevs.; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares;1 microbiografia; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 25 pinacografias; 103 musicografias; 24 discografias; 20 cenografias; 240 filmes; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; Ed. Princeps; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas 157, 193, 252, 268, 287 e 312.

2. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 479 caps.; 139 abrevs.; 12 E-mails; 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus.; 1 microbiografia; 25 tabs.; 4 websites; glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.665 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3a Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; páginas 102, 104, 130, 326, 466, 515, 565 e 584.



18 características do Amparador Extrafísico


Existem amparadores de todos os níveis de evolução. No entanto, mesmo os amparadores menos evoluídos possuem atitudes e características típicas das consciências mais amadurecidas. Importa ressaltar que não existem amparadores “formatados” e todos muito parecidos, pois na vastidão do universo existem formas, aparências e qualidades de todos os jeitos.

Apesar das multiplicidades existentes, aqui foram reunidos 18 características básicas dos amparadores extrafísicos, fora outras existentes, a fim de exemplificar a essência de sua natureza independentemente das fantasias e folclores humanos sobre os mesmos. O que você era antes de renascer: amparador, guia cego ou assediador? Ou era alguém indiferente que “não fedia nem cheirava”?


Características do amparador extrafísico:

01. Não impõe suas ideias ou condutas.

O amparador é uma consciência que não força a barra. É preciso atenção para todas as personalidades que tentam te convencer de algo, seja qual for o conteúdo ou a justificativa. Infelizmente, há seres extrafísicos tão intrusivos que forçam até mesmo a incorporação ainda que a revelia do “assistido”. Desconfie de quem faz pressão de modo direto ou indireto já que esse tipo de conduta não combina com as sociedades extrafísicas mais maduras e avançadas.

02. Se manifesta onde está ocorrendo assistência.

Dentro da Conscienciologia existe um princípio que diz “onde tem assistência é que está o amparo extrafísico”. Isto é, quem quer ser mais amparado deve se envolver em questões fraternas já que o amparo real basicamente não desperdiça o próprio tempo envolvido em meras futilidades ou hábitos patológicos. Muitas vezes pode ocorrer a sensação de solitude ou ausência de amparo em certas tarefas assistenciais, mas, a rigor, a supervisão extrafísica é sempre presente ainda que intangível. Você quer ser assistido sem fazer assistência?

03. Não é um guru.

O amparador não é mero líder espiritual que diz o que você deve comer, se deve ir para a esquerda ou direita, o que deve fazer da vida e coisas assim. Sua função é abrir caminhos para quem quer andar. Quem trata o outro como submisso ou inferior não está em ressonância dos às leis do cosmos. Ou seja, muitos se surpreendem ao perceber que o amparador extrafísico é alguém próximo e acolhedor, cheio de bom humor, sem posturas de arrogância e soberba. Você faz suas escolhas evolutivas?

04. Não é babá e não gera dependência.

Toda forma de amparo respeita, em primeiro lugar, a liberdade e a independência. Ou seja, não atuam gerando qualquer tipo de dependência emocional, psicológica, energética e assim por diante. Se você já sabe “pescar” não adianta ficar pedindo o “peixe” aos amparadores. Esse é um ponto crucial para entender que mordomias evolutivas são condutas exceções dependendo dos agravantes e atenuantes. Amparador não é mero serviçal em favor dos seus caprichos.

05. Se afasta se não há abertismo.

O amparo extrafísico só atua de acordo com o abertismo sincero de quem recebe ajuda. Veja bem, não adianta apenas dizer que se está aberto quando, na verdade, as condutas e as emoções são contrárias. Quando inexiste possibilidade de auxílio os amparadores fazem uma “retirada estratégica” por respeito e para não trazer maiores prejuízos evolutivos. A melhor conduta é aquela que sabe discernir entre a vontade de ajudar e o momento de se retirar.

06. Intercede ao invés de interferir.

O amparador não interfere ou muda os rumos dos acontecimentos de acordo com o que pensa ser melhor. Essa interferência está baseada nas próprias intenções quanto ao direcionamento das situações e comportamentos. Amparador não faz isso. Eles intercedem de modo a não mudar o livre-arbítrio e não impõe sua vontade em absolutamente nada. Quando não são bem vindos se retiram em silêncio sem ofensas mentais. Quando não tem espaço de atuação não fazem pressão. Quem interfere para fazer as coisas do seu modo sabe das sutilezas que geram as interprisões grupais?

07. Não faz barganha.

O amparador real ajuda sem a intenção de retorno ou gratidão. Ou seja, não faz trocas ou aceita “favores” para que faça alguma ação do seu interesse ou conveniência. Assim sendo, desconfie sempre que uma personalidade extrafísica, por exemplo, pedir cigarros ou fazer pedidos estranhos a fim de ajudá-lo. A barganha para realizar algo é uma atitude distante das sociedades extrafísicas sadias e não faz parte da rotina dos grupos evolutivos. A assistência que é “vendida” não tem valor algum.

08. Auxilia através de nossas qualidades.

O elo de um amparador ou amparadora conosco não é a crença, a etnia, o gênero ou a conta bancária. A sinergia acontece pelas qualidades (traço força ou trafor) que dispomos em favor dos outros. Eles não têm interesse em ficar apontando os defeitos e fissuras existentes em alguém, pois esse papel cabe aos indivíduos de qualificação duvidosa. Ao valorizar o que há de melhor em si mesmo é possível assumir novas tarefas edificantes rumo a serenidade permanente.

09. Atua segundo a meritocracia.

O amparador não é personalidade que auxilia em função de favoritismos, politicagens ou interesses obscuros. Dessa forma, ajuda de acordo com o merecimento ou por ter adquirido créditos para tal, ou seja, com a chamada meritocracia. Pouco importa a cor da pele, a quantidade de amigos nas redes sociais ou outros fatores secundários porque extrafisicamente somos tratados pelos méritos conquistados com esforço e dedicação. Quem ajuda apenas os seus “camaradas” não está tendo nenhuma postura de maturidade a ser seguida. Cada um recebe o que merece.

10. Não é comparsa.

Há uma enorme diferença entre ser cúmplice e ter intimidade. O amparo, apesar de toda a afinidade, não compactua com ações e negociatas anticosmoéticas. Um ser extrafísico que o ajuda a puxar o tapete de alguém, por exemplo, não é amparador. Os seres mais equilibrados vão até o limite da cosmoética e não sujam as próprias mãos por favoritismos e chantagens emocionais. Quem se alia a alguém e comete pequenos delitos conjuntamente está expulsando o próprio amparador.

11. Usa de cosmoética sofisticada.

Uma consciência evoluída tem, paradoxalmente, ao mesmo tempo, simplicidade e refinamento. Seu entendimento e aplicação da ética multidimensional (ou cosmoética) é profundo e sofisticado em várias nuances. Portanto, não é o tipo de personalidade que gosta de uma cachaça ou de outro tipo de entorpecente. Em muitos casos a percepção nítida desse nível avançado de ética é uma sensação inesquecível. Ser incorruptível é inevitável depois de certo estágio evolutivo.

12. Tem respeito e paciência.

O amparador tem a maturidade básica de saber esperar pelo momento certo sem ansiedade ou afobação. Assim sendo, o ser que realmente é um auxiliar extrafísico não mantém traços agressivos ou belicistas de qualquer tipo e nem tampouco atitudes de intimidação. Essa questão parece óbvia (e é mais séria que parece), pois certos benfeitores sequer entram em determinados ambientes se não forem convidados ou não interagem se não perceberem um real abertismo. O pacifismo acalma enquanto a passividade entedia.

13. Atua dentro do universalismo.

O amparador auxilia pessoas que possuem afinidades sadias independentemente das crendices dos assistidos. Entenda que valores são mais importantes que crenças. Dessa forma, fazem o que podem com o princípio de que “aconteça o melhor para todos”. O universalista ajuda quem pensa diferente dele ao passo que o sectário só estende as mãos a quem faz parte do “grupo”. A amparador pensa no todo enquanto os pequenos pensam nos amigos.

14. Tem benignidade real.

Usa seu tempo, energia e disponibilidade em função do bem estar das consciências que precisam de algum tipo de apoio. Desse modo, age de acordo com seus princípios e não por segundas intenções que ficam mascaradas ou camufladas. A benignidade contempla o acolhimento e o desejo que os demais sejam melhores que a si mesmo. Apesar do sentimento de megafraternidade, não são bobos, ingênuos ou sugestionáveis a ponto de esquecer a meritocracia. A benignidade extirpa a competitividade.

15. É um ser racional.

Muitos cometem o equívoco de dividir uma pessoa entre ser racional ou ser fraterna como se ambos não pudessem coexistir simultaneamente. O amparador é mais racional, equilibrado e mental por excelência, contudo sem perder a assistência ou se deixar levar por uma paixão cega. Toda ideia fixa, como as existentes nos assediadores, são uma forma doente de paixão. Portanto, desconfie de um ser que se diz evoluído mais tem exaltação emocional e certo histrionismo. Fique atento as ideias.

16. É técnico em algum segmento.

A ação dos amparadores se deve aos seus talentos desenvolvidos em função do bem maior ou maximecanismo. Portanto, ainda que o amparador seja uma consciência polivalente ele geralmente privilegia seus trafores mais latentes. Ou seja, sua atuação não é feita de “talvez”, “quem sabe” ou de “achismos” sobre o que está fazendo, pois tem noção exata de suas potencialidades e limitações. Qual especialista pode te ajudar?

17. A energia se sobrepõe a imagem física.

Os amparadores normalmente se apresentam com uma fisionomia que seja mais agradável e familiar para quem está sendo assistido. Entretanto, para quem não possui um corpo físico a aparência pode ser facilmente mudada e transfigurada de acordo com a intenção do momento. Com isso, a aparência é secundária e tem pouca relevância ainda que certas roupas, cabelos, barbas e certas feições transmitam mais autoridade. O que realmente importa é a energia que o ser manifesta ao invés do mero visual. Você dá valor desproporcional a imagem?

18. Possui diversos níveis de evolução.

Como já foi dito no início deste texto existem níveis e níveis de amparadores de acordo com sua escala evolutiva. Não existe uma aparência padrão ou um comportamento “correto” do que seja um amparador extrafísico. A realidade do universo é complexa e cada indivíduo é um microuniverso em expansão. Não pense que o amparo tem um “jeito certo” de falar ou aparentar. Nem sempre é fácil entender ou compreender a realidade alheia mais os amparadores se unem no fluxo da maxifraternidade. A liberdade evolutiva é conquista íntima enquanto a rigidez mental é a irmã do autoritarismo.


Há seres doentios travestidos de amparadores. Para um observador atento aos detalhes fica nítida a constatação de qual tipo de interação extrafísica está realizando. É importante aprofundar a interação com consciências maduras que querem nos ajudar do mesmo modo que é bom se afastar dos guias cegos e assediadores quando não podemos ajudá-los. Inteligência também é saber quando se afastar.

Quais dessas características de amparador você possui?




Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


** Não entendeu alguma palavra? - GLOSSÁRIO.