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7 razões para não ser desorganizado



A auto-organização é a organização existencial a partir da sua consciência, aplicada em todos os setores da vida humana. Seja qual for a idade é importante o indivíduo ir assentando aos poucos seu nível de organização até que possa, naturalmente, atingir graus mais elevados de desenvolvimento. Entretanto, é importante salientar que essa organização está bem distante da patologia do perfeccionismo. Seguem abaixo 7 características da desorganização e as razões para reciclar esse traço:

Razão 1: “É o caminho mais rápido para o incompléxis.”
Se o seu objetivo na vida é fracassar com excelência, a desorganização é uma ótima estratégia. Ou seja, não basta ter megatrafores expoentes se não souber conjugá-los de modo qualitativo. A organização é traço fundamental que evita entropias e predispõe para a supervisão extrafísica em diversas equipes de trabalho. Como exemplo, pense em duas pessoas semelhantes, de trafores aproximados, das quais uma tem boa organização e a outra é altamente desorganizada: qual delas tem maiores chances de ter uma vida frutífera e chegar ao completismo? Geralmente pessoas mais organizadas são mais eficientes e melhores, ainda que sejam menos talentosas.

- Questão autorreflexiva: Se você pensa em evoluir mais rápido, já cogitou em qualificar a disciplina mental ou auto-organização?


Razão 2: “É forte atravancador de gescons.”
A desorganização é promotora de diversas frustrações intelectuais. Ter muitos recursos, ideias, informações e captações múltiplas requerem gerenciamento para promover uma produtividade relevante. Nessa era da fartura muitos se sentem ansiosos e perdidos sem saber por onde começar uma gescon. Ou seja, a problemática é de ordem interna e, dessa forma, pode ser corrigida e lapidada visando à assistência interconsciencial. Por mais que um amparador inspire e energize cabe somente a você a tarefa de organizar-se de modo eficiente. Os amparadores investem e “fazem força” com muitas pessoas que, quando muito desorganizadas, não podem corresponder com gescons à altura. Desorganização inviabiliza gescons.

- Questão autorreflexiva: O objetivo de produzir gescons é um motivo razoável para tratar da desorganização?


Razão 3: “É um mantenedor do subnível.”
Ser desorganizado é uma boa forma de não evoluir. O subnível, ou o desempenho fraco perante as próprias capacidades, é conseqüência básica do ser desorganizado independente da sua evolutividade. Se você faz pouco e está incomodado com isso é porque, de alguma forma e em alguma instância, há algum desvio na proéxis pessoal. Num planeta tão carente e tão empobrecido consciencialmente como o nosso é triste toda constatação de quem pode fazer mais e escolhe viver realizando pouco. Há muitas consciências milionárias de informações que vivem o escasso como rotina e tem as futilidades como os maiores valores.

- Questão autorreflexiva: Você é o tipo de pessoa que não se esforça mas vive exigindo da multidimensionalidade?


Razão 4: “É um redutor da lucidez.”
A bagunça do ambiente desfavorece a pensenidade mais límpida e gera indisposição e desconforto emocional, ainda que inconsciente. Entretanto, muitos ainda se questionam se a desorganização ambiental influi na autolucidez. De fato há consciências capazes de se desligar de tudo e serem altamente concentradas, independente de onde estejam, mas o melhor lugar, a princípio, é o que não atrapalha. Um local otimizado favorece até a conexão extrafísica com menor interferência e serve de prevenção contra bagulhos energéticos desconhecidos e perturbadores. A desorganização como conduta-padrão já deixa explícito que a lucidez já está reduzida de algum modo e em algum nível.

- Questão autorreflexiva: Você banaliza as ocorrências que podem reduzir a própria lucidez?


Razão 5: “É um impedidor da rotina útil.”
A holomaturidade acaba naturalmente trazendo o assentamento das rotinas úteis que permitem uma atividade mentalsomática contínua. A desorganização já predispõe a dispersão crônica, a preguiça e a inconstância nos mais diversos casos. A rotina útil é um tipo de inteligência evolutiva, por permitir a organização de horários, planilhas e objetos de acordo com seus objetivos pessoais ao invés de viver apenas de modo instintivo, somente de acordo com a demanda, sem maiores comprometimentos com a assistência ou com a extrafisicalidade. Dessa forma, quem apenas se deixa levar pelo rolo compressor da vida humana geralmente só consegue refletir profundamente sobre a vida depois da dessoma.

- Questão autorreflexiva: Qual a sua realidade: vida sem rotina, rotina enfadonha ou rotina útil?


Razão 6. “É uma porta aberta para o assédio.”
Normalmente quem é desorganizado possui uma série de estressamentos desnecessários e evitáveis ao longo da vida. A pressa, o desgaste e a entropia acabam fazendo parte dos rastros deixados por onde o indivíduo passa e deixa enormes brechas (ou fissuras) para assediadores extrafísicos. É mais fácil perturbar uma pessoa centrada ou alguém com a vida bagunçada? A pessoa desorganizada facilita o trabalho das consciexes perturbadas e perturbadoras. Ou seja, ter o hábito da organização favorece, a rigor, o equilíbrio holossomático onde o padrão básico é homeostático.

- Questão autorreflexiva: Você já percebeu alguma ocorrência em que o assédio extrafísico utilizou-se da sua desorganização?


Razão 7. “É uma janela fechada para o amparo.”
Não é de se estranhar que a desorganização seja uma boa desculpa para justificar o baixo desempenho pessoal. Os amparadores geralmente aparecem quando criamos ambiente para alguma finalidade cosmoética. Obviamente, não se pode afirmar que apenas pessoas organizadas tem amparo extrafísico, mas, no entanto, a desorganização cria limites ou barreiras até onde o amparo pode interceder. Importante salientar que os amparadores trabalham conosco em função de nossas qualidades e a organização é traço conjugado que não pode ser desprezado. Você consegue desorganizar o que antes estava bom?

- Questão autorreflexiva: É possível executar uma proéxis avançada, de cunho multidimensional, sem o traço da organização?


A auto-organização começa pela disciplina
da preguiça.” - Waldo Vieira


Esse texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.








7 razões para não ter medo de espíritos (consciex)




O medo de ter contato com “pessoas mortas” ou consciências extrafísicas (consciex) é muito comum na sociedade atual. Toda e qualquer forma de interação é vista como algo perigoso e que deve ser evitado a qualquer custo. Entretanto, segue 7 razões lógicas e não emocionais para não temer as relações com consciências extrafísicas que podem ser entendidas e assimiladas com o passar do tempo:

Razão 1: “Pode ser um amparador.”
Ao invés de se fechar de modo autodefensivo, quando perceber uma consciex no ambiente, lembre-se que pode ser um amparador. Ou seja, você mesmo pode se perturbar julgando-se em perigo quando, na verdade, é alguém trazendo uma mensagem importante ou um acolhimento assistencial. Muitas vezes os verdadeiros “monstros” só existem na pensenidade desprevenida ou ainda imatura. Apesar do amparador parecer hoje uma figura distante e desconhecida é importante lembrar que se tratam de amigos de longa data com enorme afinidade interconsciencial. Quem tem medo de um amigo?

- Questão autorreflexiva: Quais as oportunidades evolutivas perdidas em função do desperdício do convívio com o amparador?


Razão 2: “A consciex pode estar simplesmente precisando de ajuda.”
Muitas vezes o ser que você tanto teme pode estar mais assustado, desequilibrado e necessitado que você em seu universo íntimo. Em vez de se fechar e rechaçar uma consciex procure entender se não é uma consciência necessitada que busca nos seus conhecimentos e nas suas energias mais equilibradas um alento para o seu sofrimento. Para esse tipo de assistência não é preciso ser tenepessista podendo bastar um sorriso, algumas trocas de palavras mentais, energias fraternas e assim por diante. Ao invés de se defender, espere a noite, durante o período projetivo, por exemplo, para fazer uma abordagem assistencial dependendo do caso. Exemplo: assistência silenciosa.

- Questão autorreflexiva: Já pensou em usar suas qualidades para ajudar os outros, multidimensionalmente falando?


Razão 3: “A consciex é uma consciência igual a você.”
O medo dos seres extrafísicos é proporcionado, em parte, pelo seu aspecto diferente como se a sua natureza fosse antagônica ao humano. Na verdade, a essência da consciex é a mesma de cada um de nós. A diferença magna é que está em evidência neles o psicossoma ao invés do nosso corpo de carne e ossos. Apesar de parecer paradoxal, uma consciência intangível tem a mesma característica do humano holossomático e da inteligência permeando o cosmos. O sobrenatural ou fantasmagórico são expressões com cargas emocionais para manipular as pessoas incautas, ingênuas e ignorantes. Ter medo de consciex equivale a ter medo de si mesmo.

- Questão autorreflexiva: Qual a origem do temor aos seus semelhantes?


Razão 4: “Nenhuma consciex pode feri-lo.”
A rigor, uma consciex é incapaz de feri-lo ou mesmo matá-lo devido ao seu psicossoma intangível. Ainda que ocorra um vampirismo energético eventual, basta uma alimentação melhor, repouso físico ou técnica energética para superar a questão. Geralmente é o próprio emocional de medo que acaba se perturbando sem necessidade e promove pavor pelo desconhecimento prático. Entenda que, se você não permitir, nenhum ser é capaz de gerar um mínimo de incômodo em sua consciência. Entretanto, não é raro encontrar pessoas que “morrem de medo” de ver uma consciex mais que, ao mesmo tempo, não abrem mão do assediador simbionte.

- Questão autorreflexiva: Se toda pessoa fosse gravemente ferida pelo assédio, como seria a maioria da humanidade que é assediada?


Razão 5: “As próprias energias são ferramentas autodefensivas.”
A princípio, só teme as consciexes quem desconhece as próprias energias. O entendimento prático, resultante de diversas experiências autocomprovatórias, traz segurança e confiança nas interações multidimensionais. Ao mexer com as energias, por exemplo, é possível fazer uma autodefesa plena onde nenhum intrusor consegue fazer um ataque bem sucedido. As consciências intrafísicas têm energias muito superiores aos seres extrafísicos que, geralmente, tem mais lucidez e informação. Ou seja, é o embate da força (intrafísicos) contra a inteligência criminosa (assédio). Nesse tipo de contexto, só se atrapalha aquele que não conhece suas próprias potencialidades.

- Questão autorreflexiva: Você admite ser capaz de se defender de possíveis “ameaças” extrafísicas?


Razão 6. “É um reflexo do medo de morrer.”
Eis a questão: uma pessoa que tem medo da morte sente-se confortável em interagir com alguém morto? Geralmente pessoas inexperientes evitam todo tipo de interação com seres extrafísicos por achar que pode atrair a morte ou algo negativo. Infelizmente ainda não entenderam que a verdadeira saúde é a interação multidimensional pacífica e positiva. O medo não evita que as consciexes doentes influam sobre o indivíduo, muito pelo contrário. É a lucidez quanto às companhias extrafísicas que permite ações como diálogo, assistência ou autodefesa perante o momento da percepção. Fazer a remissão do medo da morte ou tanatofobia é um caminho para a holomaturidade.

- Questão autorreflexiva: O que pode acontecer de pior ao interagir com as consciências extrafísicas?


Razão 7. “É uma propriedade do Universo.”
O psicossoma, assim como todos os processos multidimensionais, faz parte do cosmos e não são aberrações desprovidas de sentido. A percepção de consciências extrafísicas por materialistas, religiosos, céticos negativos, entre outros, acaba gerando enorme crise pessoal justamente por “não admitir, mas sentir”. A ignorância produz o medo semelhante ao indígena isolado que enxerga um avião pela primeira vez. Entender a complexidade do universo bem como suas múltiplas dimensões, criaturas e infindáveis mesologias promove maior segurança íntima e pacificação intraconsciencial perante o desconhecido. Ter medo de tudo imaterial é tão irracional quanto temer o vento, as ondas de rádio e tudo existente que não se pode ver ou tocar.

- Questão autorreflexiva: Você se sente confortável apenas com o que seus olhos enxergam? Como você lida com a subjetividade?

 
Este texto traz apenas informações básicas.
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E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.