Como identificar um Psicopata? - Colega de Trabalho (parte 2 de 7)

22:15:00 Administrador 0 Comments

O texto não está ligado diretamente a Conscienciologia, mas tem relação
com a conscienciometria, pois analisar e identificar psicopatas é tema
extremamente relevante nas relações interconscienciais.


Seu colega de trabalho é Psicopata?


O significado de seu colega ou amigo(a) ser um psicopata é que ele pretende apenas usá-lo para tirar alguma vantagem e essencialmente não trabalhará em equipe. Ele analisa um por um no local de trabalho para ver quem poderá ser útil. Se fizer amizade com você será porque ele sabe que, de alguma forma, poderá lucrar com isso. Estudiosos da psicopatia estimam que, além da população carcerária, é no meio corporativo e político que eles são encontrados com maior frequência.


Os 7 sinais do colega psicopata:

Sinal 1: Os psicopatas são bajuladores convincentes e sutis. Eles rapidamente analisam e entram em sintonia com você para verificar seu potencial de valor para eles. Mostram deliberadamente os mesmos interesses da pessoa que querem manipular para que ela acredite que são realmente amigos. É muito comum ouvir pessoas que foram enganadas por psicopatas dizerem com muita tristeza: “Pensei que fôssemos bons amigos... Tínhamos tanta coisa em comum...”.

Sinal 2: A sedução é apenas outra arma que o psicopata usa para obter poder e a regra “é proibido relacionamento amoroso entre colegas de trabalho” (caso exista) não será levada em consideração. Ele considera o sexo com seus subordinados uma das vantagens do trabalho para obter meios e formas de ser promovido ou alcançar informações privativas.

Sinal 3: Psicopatas são estimulados pela mudança e, muitas vezes, são bons, pelo menos aparentemente, em adotar novas tecnologias – isso faz com que pareçam empreendedores e inovadores. Sem dizer que psicopatas corporativos mudam de departamento com frequência, em geral, porque foram promovidos, uma vez que seu desempenho na atual função impressionou bastante a diretoria, mas também porque reconhecem a necessidade de sair antes que todas as pessoas em que eles pisaram ou que foram usadas se unam contra eles. Eles só conseguem dizer que fazem, em alto e bom som, mas não sabem fazer o que dizem e entendem que um dia isso virá à tona.

Sinal 4: Os psicopatas não têm ética profissional. Eles não entendem o que é trabalhar “para o bem da empresa” e você nunca vai ouvi-los dizer que “não existe eu em equipe”. Eles simplesmente acham que lealdade é coisa de “perdedor”. Se não conseguem obter o que querem, ou são derrotados, simplesmente caem fora e muitas vezes de forma inconsequente. Por perder o interesse em seu cargo ou no seu objetivo podem, por exemplo, revelar suas trapaças já que são criaturas impulsivas.

Sinal 5: Para um psicopata é realmente mais fácil almejar posições de destaque onde especificações sobre o cargo são termos vagos como “liderança” e “gestão de pessoas”, em vez de qualificações mais rígidas. Seu currículo será mais centrado em qualidades pessoais que, em geral, são mais fáceis de maquiar e mais difíceis de quantificar. Usando seu charme persuasivo como arma, ele consegue o trabalho. Menos de 10% da comunicação é verbal, e os psicopatas sabem que o importante não é necessariamente o que dizem, mas como dizem.

Sinal 6: O psicopata gostará de vasculhar sua mesa ou seu computador desbloqueado em busca de quaisquer indícios de pontos fracos na sua personalidade. No ímpeto de avaliar se você poderá ser útil, não respeitará sua privacidade nem seus limites pessoais. Uma bolsa, uma gaveta, uma caixa de e-mail ou até mesmo mensagens de texto – nada é reservado para ele.

Sinal 7: Não se surpreenda se, de repente, você estiver sendo trocado por quem você nunca imaginou que seu colega de trabalho pudesse se interessar. Os psicopatas no âmbito profissional têm como alvo não apenas os poderosos, mas aqueles que têm acesso ao poder.


O que fazer em caso de forte suspeita?

Por ser um indivíduo apenas com interesses pessoais, o psicopata no ambiente de trabalho é o tipo de pessoa que com uma mão o cumprimenta e com a outra o esfaqueia. Mas se você reconheceu algum sinal o que pode fazer a respeito?

- Em primeiro lugar não rotule seu colega de psicopata. Essa atitude pode caracterizar bullying e não ajudará em nada. Em vez disso, concentre-se em construir e manter relacionamentos sólidos com seus colegas para dificultar a intervenção e a manipulação do psicopata.
- Guarde suas reclamações para coisas importantes, pois assim elas terão mais chances de serem levadas em consideração.
- Seja transparente em sua maneira de trabalhar. Guarde cópias de documentos, sempre diga o que está fazendo aos envolvidos, etc. Dessa forma, evita de ser um futuro “bode expiatório”.
- Esqueça a lei da reciprocidade que diz: se alguém disser ou fizer algo bom para você o favor deve ser retribuído. Psicopatas espertos sabem disso e usam isso a seu favor. Se um colega de trabalho psicopata lhe der informações confidenciais, contar uma fofoca, uma dica ou apenas algumas informações aparentemente sigilosas, sorria com delicadeza, mas não se sinta na obrigação de retribuir.
- Fique longe de fofocas. Faça a sua avaliação das pessoas com base na sua própria experiência.
- Se você acha que um membro da equipe é do tipo que só fala e não age, coloque-o em ações discretas ou lhe atribua pontos de resultado (em vez de gastar conversa que, na verdade, não leva a nada). Em seguida, documente tudo e analise mais tarde.


*****

Todas as informações desse texto foram baseadas e retiradas do livro “Como identificar um psicopata” de autoria de Kerry Daynes e Jessica Fellowes. Apesar de ampla experiência e conhecimento nessa área dos escritores é importante ressaltar que para uma identificação completa é preciso um diagnóstico feito por especialistas, mas, com as informações aqui disponibilizadas, você mesmo poderá ter mais lucidez sobre seus relacionamentos porque será preciso escapar rapidamente de um psicopata se houver algum na sua vida.


Este texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.
.







0 comentários: